quinta-feira, 23 de abril de 2009

Manaíra*




como num cântico
lavei minh’alma
no oceano atlântico



como manoel
embriagei-me no leite
dos seios de mel


*Conta a lenda que a denominação Manaíra (Seios de Mel) foi escolhido em homenagem a uma índia, com esse nome, prometida por seu pai Boiassu como noiva, ao índio Piancó, chefe da tribo dos Coremas. A lenda diz, ainda, que tendo Manaíra se envolvido com o colonizador Manoel Curado Garra, foi sacrificada pelo pai, em nome do compromisso assumido com Piancó.



segunda-feira, 20 de abril de 2009

manaíra






como num cântico
lavei minh’alma
no oceano atlântico






sábado, 18 de abril de 2009

História




a revolta a tristeza a reação

um dia após o outro

a vida passa, eu não...


sábado, 11 de abril de 2009

Páscoa





[b]Com simplicidade, a Páscoa chegou.


Tal qual um traço de paz, aproxinou-se de nós silenciosa e cuidadosamente. Como a nos lembrar que as principais coisas da vida não precisam ser ruidosas nem trepidantes. A Páscoa veio embebida de fé. Fé nos homens. Fé na existência. A Páscou trouxe em sua bagagem valores como Amor, Esperança, Superação, Respeito e Verdade. A nos dizer que ter valores não é feio, nem antiquado. Assim, a Páscoa sussurra aos nossos ouvidos para alcançar a consciência - essa estranha habitante da nossa mente que tenta nos mostrar as diferenças entre as escolhas que fazemos. Um por um, a Páscoa desfila as razões desses valores. Verdade, pois a mentira é aquilo que não existe mas insiste em nos dizer que é - e apenas é o que é verdade. Respeito, esse difícil atributo que tanto se exige e tão pouco se dá. Superação, que é a mãe de todas as nossas voltas por cima. Esperança, uma menina de olhos vivos que anima nossa alma com a magia do acreditar. Amor, sentimento que dispensa apresentações e ao mesmo tempo transmuta-se no grande mistério da vida, nos desafiando a oferecer ao outro o que temos de maior, de melhor, de mais sublime. É assim que a Páscoa vem, como quem não quer nada, mas intensa, plena, divina.

A Páscoa vem, sublime, singela e humilde, nos lembrar que é o simbolo do renascer.

Feliz[/b].

domingo, 5 de abril de 2009

A cor da asa da borboleta


Não há cor mais cor
Não há mel mais mel

A abelha adoçou
Mas foi a borboleta,
Com sua asa cor de mel,
Que desenhou num vôo
Um risco doce no céu