sábado, 31 de julho de 2010

Calibre, colibri



Caderno de poezias



Calibre.

Tua pesada arma letal mata qualquer esperança.

Tua fascínora passividade agride qualquer vã filosofia.

Tua indiferança existencial não faz a menor diferença.

Tua presença só existe ante a tua ausência.

O que dizer do calibre das tuas balas de hortelã,

Colibri?

3 comentários:

Única e Exclusiva disse...

Uma tampa para panela?! Tendi assim!

Tem coisas que só (eu) imagino com suas palavras.
bjos ú&e =***

Batom e poesias disse...

Alvo fácil.

bjs
Rossana

Menina Misteriosa disse...

delicado e fatal!

beijo

MeninaMisteriosa