domingo, 11 de maio de 2014

Das horas.



Cinco e meia da manhã o galo canta.
Seis e meia o coletivo passa.
Os homens vão trabalhar.
As crianças vão para a escola.
Os rádios cantarão a manhã.
Notícias sangram. Mulheres oram.
Ao meio-dia e meia o almoço saiu.
Eram quase duas da tarde quando esperança dormiu.
O resto de dia não foi segredo para ninguém.


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