domingo, 23 de agosto de 2015

De Congonhas



De Congonhas vejo minha saudade.
Saudade de bandeirantes e de morumbis.
De interlagos e entre rios.
Um sul inteiro de história.
Um sul estendido pelo planalto.
Um sul que escorrega pela serra.
De Congonhas minha saudade sobe e desce,
comovida.
Como devem ser as saudades.


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