domingo, 25 de setembro de 2016

Ramelas




Olhos ramelentos.
A luz que dói.
O mosaico de lágrimas.
Não há um novo enredo.
Não é um grande roteiro.
Não crava o belo cenário.
Pode ser dor, poder ser sono.
Embalamos as ramelas 
como quem embala o próprio filho.
Ninar, ninar...



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